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09 janeiro 2009

Diário de bordo de um doido (Parte 1)

Bom, nesse pequeno diário de bordo vou contar mais ou menos como foi a minha viajem para Riachão do Jacuipe, e na segunda parte vou contar um pouco como foi a viajem para Ituberá (Universo Paralello), então vamos lá!

Dia 24/12 (Quarta-feira) - Acordo 7 horas da manhã, pois meu ônibus saia as 9 horas da rodoviária, e como eu moro no fim de mundo (Vila de Abrantes) tenho que sair horas antes pra poder chegar no horário, e eu ainda tinha que passar no banco pra poder tirar dinheiro. Mochila pronta, tudo nas costas (la ele)? vamos cair na estrada!
Pego o ônibus 7:20 (eu acho), parecia estar tudo bem, masss, ainda na estrada do litoral norte o ônibus faz um barulho muito alto e muito estranho, resultado, o ônibus quebra em frente a uma churrascaria, tive sorte (ou não) pois veio logo outro ônibus. 8:15 da manhã e eu estava já em Lauro de Freitas indo pro banco tirar dinheiro, tinha que correr pra não chegar atrasado na rodoviária, por conta disso sai correndo do banco e peguei o primeiro Terminal da França que apareceu.
Ufa! vou chegar a tempo na rodoviária (pensei), ilusão pura, em vez do ônibus ir pela Paralela ele foi por Itapoan, ia demorar mais um pouco pra chegar no meu destino mas estava tudo bem, certo? errado, em vez do ônibus entrar em Patamares ele seguiu direto, na mesma hora eu gritei, PAAARA QUE EU VOU DESCER AQUIII!!!
olhei pro relógio já era 8:40 e eu em Patamares, não ia dá tempo de pegar outro ônibus, vi um Táxi parado e de longe falei (ou gritei), fica ai mesmo meu velho!!!
O coroa era até gente boa, fez um precinho camarada, expliquei toda a minha situação pra ele, dai foi fácil!

Enfim chego a rodoviária a tempo de pegar o ônibus pra Riachão do Jacuipe, ufa!
Depois de mais de 4 horas dentro do ônibus que, detalhe, era comercial, então pense no sufoco! chego então sã e salvo na casa de Diogo (Xcamas) em Riachão.
Chegando um pouco depois do almoço, ainda consigo pegar uma feijoada das boas!! (estava morrendo de fome).

Pulando o dia, chega a noite, e eu na pousada esperando a galera ir me buscar pra poder ir pra festa. Pois é, primeiro Natal de minha vida que eu passo longe da minha família....mas foi por uma boa causa. E chega a hora de ir pra festa, decoração estava linda, sound system de qualidade, iluminação show de bola, e muita gente já estava na festa!

Só vou contar um fato que aconteceu na festa:
como a festa era num interior muita gente não estava ainda acostumada com o som que estava rolando na festa, nisso, toda hora vinha um e pedia pra tocar axé, pagode, forro e etc, mas até então estava tranquilo. Quando deu umas 3 e pouca a dona da festa, pediu, implorou, para que tocasse um pagode, nisso, eu Xcamas e Custela saimos de cena. Queria pagode? pois bem, depois de 10 15 minutos de pagode rola a primeira briga, fato lamentavel, com isso eu e Xcamas começamos a falar, SÓ FOI COLOCAR O PAGODE QUE ROLOU BRIGA!!!
rapidamente Custela colocou um Trance, parecia estar tudo bem...masss, minutos depois chega a policia mandando abaixar o som porque estava muito alto. 4 da manhã estava eu voltando pra pousada, coisa quase que inédita!

Resultado e moral da história:
A festa acaba as 4 da manhã, e pagode só traz briga e baixaria!!

Dia 25/12 (Quinta-Feira) - Céu azul, dia de sol, então vamos conhecer Riachão do Jacuipe. Chego na casa de Diogo e tá rolando um churrasco (eitaa coisa boa), sento, pego uma cervejinha e começo a resenhar com a galera lá. A tarde saio com Diogo, Anne (esposa de Diogo) e o primo de Diogo (que esqueci o nome) para poder conhecer a região, em especial conheci um lugar que fiquei de boca aberta, lugar lindo que parecia cenário de filme, lugar 100% natureza.
Conheci dois tios de Diogo, que sem brincadeira "são dois doidos", no bom sentido claro, dei muita risada com os dois. Depois de mais um dia agitado, chega a hora de descansar, tinha que dormir cedo pois ia pegar a estrada 5 da manhã.

Dia 26/12 (Sexta-Feira) - Acordo 4:30 da manhã, mochilas e sacolas no carro, enquanto Anne e Diogo ajeitava os últimos detalhes, fui tomar café da manhã (claro, ninguém é besta), comecei a tomar um leite que parecia meio estranho, pensava eu que era outro tipo de leite, pois estava em outra região, quando termino de tomar um copo cheio, o pai de Diogo toma um gole e fala: - Esse leite tá estragado.
Pronto, me fudi ao quadrado, ia pegar 4 horas de viajem dentro de um carro, pense ai no sufoco que ia passar? mas apesar disso estava tranquilo.
Tudo pronto? pé na estrada!!!

Bom, aqui se encerra a primeira parte desse Diário de bordo de um doido, na segunda parte vou contar como foi minha viajem para Ituberá, e contar um pouco como foi o Universo Paralello. Essa segunda parte será também postado no Informe Eletrônico

Um comentário:

Gene disse...

Magu, figurarça voce!!!! Po , não sentiu o gosto do leito ruim? e o Bus....kkkk Rindo alto aqui!

Abraços